Prancha de um dos participantes da pesquisa, com símbolos concretos de animais: imagens e símbolos que representam palavras, objetos ou ideias permitem que pessoas com necessidades complexas de comunicação possam expressar desejos, opiniões, sentimentos e participar de interações sociais.
Imagem de arquivo pessoal.
Imagens e símbolos que representam palavras, objetos ou ideias permitem que pessoas com necessidades complexas de comunicação possam expressar desejos, opiniões, sentimentos e participar de interações sociais
Categoria descreveria pessoas autistas com mais de 8 anos que têm pouca ou nenhuma linguagem (falada, escrita, por sinais ou por meio de um dispositivo de comunicação), QI inferior a 50 e que precisam de supervisão e apoio 24 horas por dia.
Pollyanna Ventura/Getty Images
Cada criança autista tem pontos fortes e necessidades individuais. Uma nova pesquisa investiga como a categoria “autismo profundo” pode afetar o diagnóstico e o apoio a essas crianças.
Na conclusão do autor, a analogia entre a forma de pensar dos autistas e de ferramentas de IA como o ChatGPT é útil e válida, pois evidencia que a fronteira entre o “pensar” humano e o “simular pensar” da Inteligência Artificial pode não ser binária, mas sim espectral.
Imagem gerada por IA via Envato Labs
Arthur Eugenio, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
No depoimento de um pesquisador brasileiro de espectro autista, a percepção de que o ChatGPT pensa (e bastante), mas de forma atípica e divergente, num processo semelhante ao que ocorre em pessoas com esse tipo de transtorno