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Em 2012, a Lei Berenice Piana instituiu uma Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista no Brasil. Mas até hoje o país ainda não conseguiu transformar estes direitos já reconhecidos em uma rede de cuidado articulada e eficiente. Foto: Envato

Por que o acesso a direitos já conquistados ainda é um desafio para pessoas autistas e suas famílias no Brasil

Com 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas com autismo, o Brasil precisa transformar direitos reconhecidos em uma rede capaz de orientar famílias, apoiar escolas e garantir cuidado ao longo da vida
Ilustrações em traço simples que retratam a maternidade: meninos costumam ser diagnosticados muito antes das meninas, e por isso muitas mulheres autistas que também eram mães só foram diagnosticadas quando buscaram ajuda para seus filhos. Lluna Llunera (alter ego de Irene Garcia-Molina)

Ser mãe e autista: quando o momento do diagnóstico e a maternidade se entrelaçam

Ser mãe e ter um diagnóstico de autismo são duas realidades que, para muitas mulheres, se cruzaram: quando crianças, elas não foram diagnosticadas e agora se reconhecem em seus filhos autistas
Prancha de um dos participantes da pesquisa, com símbolos concretos de animais: imagens e símbolos que representam palavras, objetos ou ideias permitem que pessoas com necessidades complexas de comunicação possam expressar desejos, opiniões, sentimentos e participar de interações sociais. Imagem de arquivo pessoal.

Pictogramas que dão voz: conheça a comunicação alternativa para pessoas com autismo

Imagens e símbolos que representam palavras, objetos ou ideias permitem que pessoas com necessidades complexas de comunicação possam expressar desejos, opiniões, sentimentos e participar de interações sociais
Categoria descreveria pessoas autistas com mais de 8 anos que têm pouca ou nenhuma linguagem (falada, escrita, por sinais ou por meio de um dispositivo de comunicação), QI inferior a 50 e que precisam de supervisão e apoio 24 horas por dia. Pollyanna Ventura/Getty Images

Novo diagnóstico de “autismo profundo” pode mudar políticas de apoio

Cada criança autista tem pontos fortes e necessidades individuais. Uma nova pesquisa investiga como a categoria “autismo profundo” pode afetar o diagnóstico e o apoio a essas crianças.
Nos símbolos universais do autismo, a evolução sobre a compreensão do transtorno: o mais antigo, um quebra-cabeça, sinaliza a dificuldade da sociedade de compreender as pessoas do espectro. Depois, a fita da conscientização, criado em 1999, que representa a diversidade e a inclusão dos autistas na sociedade. Por fim, o símbolo do infinito, elaborado pela própria comunidade autista, que expressa a esperança e o potencial de crescimento das pessoas com TEA. Reprodução / Internet

Neurociência e estudos de biologia evolutiva indicam: autismo pode ser o próximo passo da evolução humana

Pesquisas apontam que o aumento do percentual de indivíduos com capacidades excepcionais de sistematização e reconhecimento de padrões sugere que o futuro da organização social humana poderá ser profundamente influenciado pela neurodivergência
Nos casos em que são encontradas correlações, os cientistas devem levar em consideração a resposta à dosagem, as diferenças entre irmãos e outros fatores para indicar uma possível relação de causalidade. Ronaldo Schemidt/AFP via Getty Images

O que os pais precisam saber sobre o Tylenol, o autismo e a diferença entre encontrar uma correlação e uma causa na pesquisa científica

As declarações do governo Trump de que o uso de Tylenol durante a gravidez causa autismo sugerem uma certeza que a ciência não apoia.
Trump, Robert F. Kennedy Jr. e o administrador da Medicaid, Mehmet Oz, anunciam a falácia do Tylenol: atitude reforça globalmente a perigosa lógica patologizante em relação às deficiências, problema que já encontra ressonância no Brasil.

Afirmação de Trump de que Tylenol causa autismo é nova mentira estimulada por Robert F. Kennedy Jr.

Anúncio do presidente americano não é Ciência. Ao chamar uma simples associação de causalidade direta, ele promove um espetáculo global de medo e preconceito contra uma condição que sequer é uma doença, tampouco precisa de cura
Na conclusão do autor, a analogia entre a forma de pensar dos autistas e de ferramentas de IA como o ChatGPT é útil e válida, pois evidencia que a fronteira entre o “pensar” humano e o “simular pensar” da Inteligência Artificial pode não ser binária, mas sim espectral. Imagem gerada por IA via Envato Labs

IA e o espectro autista: o que o pensamento divergente de um portador de TEA tem a dizer sobre o ChatGPT

No depoimento de um pesquisador brasileiro de espectro autista, a percepção de que o ChatGPT pensa (e bastante), mas de forma atípica e divergente, num processo semelhante ao que ocorre em pessoas com esse tipo de transtorno

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