Navi Pillay (ao centro) posa ao lado da ex-presidente do Tribunal Penal Internacional (TPI) Silvia Fernández de Gurmendi e do diretor da Academia Internacional dos Princípios de Nuremberg, Christoph Safferling, no Palácio da Justiça de Nuremberg, local onde ocorreram, entre 1945 e 1946, os julgamentos de Nuremberg, e onde ela participava da conferência “Fórum de Nuremberg 2026” quando soube que havia recebido o Prêmio Nobel da Paz neste dia 9 de outubro de 2026.
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Chloé Maurel, Université Paris 1 Panthéon-Sorbonne
Navi Pillay, de 85 anos, tem uma trajetória de destaque como jurista nacional (na África do Sul do apartheid) e internacional. Sua indicação é uma escolha ousada do Comitê do Nobel, que já está gerando elogios e críticas
Manifestantes se reúnem em frente ao Capitólio do Estado de Ohio, em Columbus, Ohio, no domingo, após os EUA capturarem o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa em uma operação militar. As políticas extraordinárias americanas passam a ser justificadas por avaliações unilaterais de risco futuro. O resultado é uma política externa que opera de forma preventiva não apenas no plano militar, mas também jurídico, econômico e diplomático.
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Em um cenário já marcado pelo enfraquecimento do multilateralismo, a lógica da guerra contra as FTOs contribui para tornar a ordem internacional menos previsível, onde alguns Estados se arrogam o direito de definir quais soberanias são plenas e quais são condicionais.
O Lago Chade outrora proporcionou meios de subsistência adequados para 20 milhões de pessoas na África, mas perdeu 90% de sua área de superfície em 30 anos devido à falta de cooperação entre os países no seu entorno, com graves consequências para a população da região.
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O comportamento nacionalista pode colocar pessoas, economias e ecossistemas, e até mesmo a paz, em risco
Lula na Assembleia Geral da ONU na semana passada: desafio para o Brasil é manter independência política sem tomar partido na disputa pela nova hegemonia global travada entre China e Estados Unidos.
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A guerra na Ucrânia é sintoma e causa de uma crise de paralisia do sistema internacional. Para os autores, cabe ao Brasil e ao Sul Global se empenharem para reformar o sistema multilateral.