Proteínas em pó e versões enriquecidas com proteínas de todos tipos de alimentos ocupam as prateleiras dos supermercados, mas só porque um produto tem proteína adicionada não significa que seja melhor para você.
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Você realmente precisa de todos esses suplementos proteicos na sua alimentação? Uma bióloga explica o que é ciência e o que é argumento de marketing na atual mania em torno das proteínas
Comprimidos de óleo de prímula, planta abundante em ácido gama-linolênico: estudos indicam que a suplementação com o óleo pode ajudar a aliviar manifestações da síndrome pré-menstrual, que envolve sintomas físicos, emocionais e comportamentais.
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O GLA é um ácido graxo ômega-6 que tem despertado interesse por seu potencial anti-inflamatório e possível contribuição no manejo de condições hormonais
O magnésio é um metal essencial que o corpo precisa para produzir e operar mais de 300 enzimas diferentes que constroem proteínas e regulam a função muscular e nervosa, além de ajudar na liberação de energia dos alimentos e a manter a função sanguínea.
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Eis o que diz a ciência diz sobre as necessidades diárias de magnésio e se você deve tomar suplementos para suprir o corpo com este metal
Antes de jogar fora sua prateleira de especiarias, é importante lembrar: os riscos vêm de altas doses, principalmente na forma de suplementos. É improvável que uma leve pitada de canela em seu mingau cause problemas.
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Uma pitada de canela ou cúrcuma pode aumentar o sabor e beneficiar a saúde, mas suplementos de altas doses dessas especiarias podem fazer mais mal do que bem.
As evidências científicas atuais não apoiam o uso da maioria dos suplementos para prevenção do câncer e, em alguns casos, alerta que certas suplementações de alta dosagem podem até aumentar o risco.
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