Articles on Soberania

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O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, em encontro com a presidente em exercício da Venezuela Delcy Rodriguez, em Caracas, para a assinatura do contrato de exploração: quando um acordo assim se estende por décadas, envolve participação estatal estrangeira, cláusulas de preferência na compra e influência sobre decisões empresariais, a discussão deixa de ser apenas comercial e passa a ser de poder. AP Photo/Pedro Mattey

Acordo que prevê a concessão de petróleo venezuelano a empresas associadas aos EUA envolve riscos à soberania

Quando um contrato de exploração se estende por décadas, envolve participação estatal estrangeira, cláusulas de preferência na compra e influência sobre decisões empresariais, a discussão deixa de ser apenas comercial e passa a ser de poder
O Secretário de Defesa - cargo agora rebatizado para “secretário de guerra”- Pete Hegseth, durante a apresentação da nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA. AP Photo/Julia Demaree Nikhinson

Nova estratégia de segurança nacional dos EUA reconfigura o conceito de soberania no século XXI

Nova Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos deixa de tratar a América Latina como espaço de cooperação estratégica e passa a enquadrá-la como área direta de contenção, controle e possível intervenção
Avião cargueiro do Pelotão Especial de Fronteira Surucucu sobrevoa a Terra Indígena Yanomami, em Roraima: nas últimas décadas, setores militares passaram a tratar as terras indígenas como potenciais ameaças à segurança nacional, argumentando que sua extensão e autonomia poderiam comprometer a integridade territorial do país. Foto: Lalo de Almeida / Folhapress

Amazônia tornou‑se campo de disputa sobre o que é segurança nacional, e sobre quem deve exercê‑la

A questão indígena na Amazônia está no centro das disputas sobre território e soberania. A floresta, tradicionalmente tratada pelo Estado como uma fronteira a ser vigiada, é também o espaço de coexistência de centenas de povos
Lancha da Guarda Nacional da Venezuela, durante exercícios de guerra realizados após as agressões americanas contra barcos do país, sob alegação não comprovada de que seriam integrantes de cartéis.

Por que a presença militar e policial dos Estados Unidos na América Latina preocupa o Brasil

A conjuntura contemporânea, incluindo o centro antiterrorista no Paraguai, coloca as forças estadunidenses mais próximas das fronteiras brasileiras
O destróier da Marinha americana USS Sampson, atracado próximo à entrada do Canal do Panamá: a classificação unilateral do grupo narcortaficante Tren de Aragua como grupo terrorista não autoriza, por si só, a realização de ataques como este perpetrado pelos EUA. Arquivo / AP Photo

Ataque a lancha vinda da Venezuela abre precedente perigoso para ações unilaterais em águas internacionais

O episódio aprofunda a instabilidade no Caribe e pressiona o Brasil, que mantém uma extensa fronteira com a Venezuela e possui interesses estratégicos na região, a reavaliar sua posição no cenário internacional
Um sorridente Javier Milei cumprimenta Trump em viagem aos EUA. Para conseguir as tarifas mais baixas da América do Sul, Milei aliou-se econômica e ideologicamente aos EUA. Anunciou que vai conceder cidadania a grandes investidores americanos e ameaça deixar Mercosul para criar acordo de livre comércio com os EUA. Mas nada é garantido diante do caráter volátil da atual política externa americana. Foto: Embaixada dos EUA na Argenina

Quando a soberania de um país vira barganha: as pressões hemisféricas na era Trump 2.0

Preservar fronteiras já não é suficiente. Para um país manter-se soberano hoje, é preciso capacidade de reação frente a dispositivos extraterritoriais, sanções e normas aplicadas por potências dominantes.

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