Com aproximadamente 7,5 mil km de linha de costa, o Brasil tem 54% de sua população residindo em faixa litorânea, e recebendo influências culturais (recreação, lazer, espiritualidade), de provisão (alimentos, minerais e energia, de suporte (produção de oxigênio e a ciclagem de nutrientes), e de regulação (do clima terrestre, ao absorver o calor excedente da atmosfera).
Imagem: Shaith / Envato
Letramento e a ampliação da cultura oceânica são essenciais para levar conhecimento aos que não têm contato direto com o mar
Nas mãos de uma pesquisadora, um típico Emerita brasiliensis carioca, em seu habitat natural na Restinga da Marambaia. Encontros como esse, outrora tão comuns, voltaram a ficar raros nas areias do Rio de Janeiro e em muitas outras mundo afora.
Foto: Divulgação / Rayane Abude
Indicadores universais da saúde de ecossistemas de praias em todo o planeta - especialmente no Brasil - os pequenos crustáceos voltaram a ter drástica redução populacional
Trens carregados de minério de ferro na Ilha de Guaiba, na Baía de Sepetiba (RJ). Estudos têm demonstrado que derramamentos de óleo, esgoto, lixo, pesticidas, produtos químicos e metais pesados em comunidades de foraminíferos deformam suas carapaças, atrofiam o seu crescimento, afetam sua reprodução causando mesmo o desaparecimento de algumas espécies.
Foto da autora, Maria Virgínia Alves Martins
Os foraminíferos bentônicos são microrganismos unicelulares que, apesar do tamanho de até 1mm, possuem uma concha ou proteção externa e são excelentes bioindicadores de impacto ambiental.
A capacidade da larva-da-farinha queniana de consumir poliestireno sugere que esta poderia desempenhar um papel na redução natural de resíduos, especialmente para tipos de plástico que são resistentes aos métodos convencionais de reciclagem.
Photo courtesy Fathiya Khamis