Plantações de eucalipto, como esta da foto, são monoculturas florestais muito comuns no Brasil, que absorvem carbono mas abrigam uma diversidade de vida muito menor do que as florestas naturais, trazendo outras consequências ao equilíbrio ambiental que também precisam ser calculadas.
Foto: Envato
Reduzir as emissões de gases de efeito estufa é indispensável, mas algumas soluções incompletas podem agravar a perda de biodiversidade, a poluição e outros problemas ambientais
Trajetória das políticas públicas ambientais no país mostra avanços relevantes, mas também revela diversos atrasos que persistem e são acentuados pela forma como o nosso país é demarcado e legislado.
Altrendo Images, via Envato
Trajetória das políticas públicas ambientais mostra avanços relevantes, mas também revela diversos atrasos persistentes, que são acentuados pela forma como o nosso país é demarcado e legislado na forma de federação
Agente do IBAMA, o orgão de fiscalização mais visível do Ministério do Meio Ambiente, durante ação contra desmatamento ilegal na Amazônia, este ano: Entre as diversas contradições entre discurso e prática na política ambiental, governo segue prometendo uma transição ecológica sem reformar a estrutura fiscal e sem reforma agrária.
Imagem: Divulgação / IBAMA
Eleição de Lula em 2022 sinalizou para reconstrução da política ambiental do Brasil, mas governo segue priorizando parcerias público-privadas e mercados de carbono em detrimento de medidas como apoio à agroecologia e fiscalização ambiental
Doutor em Ciência Política e pesquisador de pós-doutorado pelo Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)