As famosas cabras da Ilha de Santa Bárbara, no Arquipélago de Abrolhos: animais foram deixados lá pela primeira por navegadores há mais de 200 anos, e foram retiradas definitivamente em 2025. Apesar de comum, a presença de cabras invasoras em ilhas compacta o solo e acelera a erosão, deixando marcas que permanecem mesmo após o desaparecimento dos rebanhos.
Foto: Jessyca Teixeira/ICMBio
Laís Carneiro, Universidade Federal do Paraná (UFPR); Université Paris-Saclay and Franck Courchamp, Université Paris-Saclay
Nova classificação dos impactos de espécies invasoras permite mapear tanto efeitos diretos sobre espécies nativas quanto transformações mais amplas no ecossistema, como a alteração da química do solo e do ritmo dos incêndios naturais
O uso de embalagens para alimentos por varejistas gera diversos debates sobre seus impactos ambientais e sua utilidade para o consumidor. Embalagens desenvolvidas para estender a vida útil do produto, evitando perdas no transporte e reduzindo desperdício, podem representar uma vantagem ambiental. Mas sem uma gestão adequada de resíduos sólidos, essa vantagem se perde. No Brasil,apenas 14% dos municípios é atendida por coleta seletiva de lixo.
Foto: Envato
Práticas como o uso de comida de produtores locais, o reaproveitamento de alimentos ou a redução do uso de embalagens podem parecer boas para o ambiente, mas esse nem sempre é o caso
Modelo tridimensional da estrutura molecular do sal Zwitterionico desenvolvido na pesquisa. Trata-se de uma molécula nova, que não existe naturalmente e nunca havia sido sintetizada, e que pode ajudar a reduzir as emissões atmosféricas de gás carbônico pela indústria.
Guilherme Aydos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) and Rafael Dalarosa Zink, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
A captura de CO2 pela indústria não é novidade, mas ainda é pouco usada e cada vez mais urgente. Novas tecnologias podem ajudar os setores da indústria e produção de energia a reduzirem suas emissões de gases do efeito estufa.
Na estiagem, o afloramento do Pedral do Lourenço prejudica a conexão fluvial do Norte com o resto do país. A derrocagem do Pedral reduzirá custos logísticos, mas poderá prejudicar a sobrevivência de milhares de ribeirinhos. Mesmo com as obras previstas para iniciar no começo de 2024, a polêmica continua, a resistência de cientistas e ambientalistas é grande e o Ministério Público Federal segue avaliando o caso.
Foto: CNT - Divulgação
Segundo especialistas, obra que viabiliza o transporte de produtos do agro e da mineração afetará a vida e a fauna no rio Tocantins; hidrovia se sobrepõe às áreas de reprodução das tartarugas e outros quelônios.
Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Sustentável no Trópico Úmido (PPGDSTU), do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos, Universidade Federal do Pará (UFPA)