Articles on Doutrina Monroe

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Manifestantes seguram cartazes satirizando o presidente Trump e o presidente argentino, Javier Milei, durante um protesto em frente à Embaixada dos Estados Unidos em Buenos Aires: a difícil nova conjuntura mundial que se avizinha - especialmente para as sociedades latino-americanas - não pode levar ao imobilismo, e nem se pode menosprezar o potencial da população norte-americana de conter os excessos de seu atual governo. AP Photo/Victor R. Caivano

Análise: sociedades civis serão cruciais para combater a lógica geopolítica e nacionalista da nova ordem global

Ameaças militares, diplomacia coerciva ou intervenções com o uso da força começam a se tornar “normais”, e o arcabouço de normas, princípios e direitos universais se esvai
Apoiadores armados de Nicolás Maduro se reúnem perto do palácio presidencial de Miraflores, em Caracas, em 3 de janeiro de 2026. Federico Parra/ AFP via Getty Images

Cinco cenários para uma Venezuela pós‑Maduro — e o que eles podem significar para a América Latina

O presidente Donald Trump afirmou que os EUA irão “governar” a Venezuela até que uma “transição segura, adequada e criteriosa” possa ocorrer. Mas isso ainda deixa muitas opções em aberto
Apoiadores do presidente venezuelano Nicolás Maduro se abraçam no centro de Caracas, Venezuela, no sábado, 3 de janeiro de 2026, após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar que Maduro havia sido capturado e levado para fora do país. AP Photo/Cristian Hernandez

Depois de Maduro, quatro futuros possíveis para a Venezuela

Ataque se insere na “Doutrina Monroe 2.0”: uma afirmação vigorosa de que rivais extra-hemisféricos, como China, Irã ou Rússia e seus parceiros locais, não terão permissão para se entrincheirar às portas dos Estados Unidos
Donald Trump anuncia as bases da nova estrégia para oficiais da Base Área de Selfridge, em Michigan. Foto: Molly Riley/Casa Branca

Nova estratégia de segurança nacional de Trump transforma EUA em parceiro constrangedor para UE

Política define que, para ser forte, soberana e relevante, União Europeia deve estar alinhada à agenda da Casa Branca, numa parceria que abandona a cooperação e assume contornos de tutela política e econômica
Na imagem divulgada nas redes sociais da Procuradora-Geral do governo americano Pam Bondi, um helicóptero da Marinha dos EUA intercepta petroleiro que estava a serviço da Venezuela: interesse de Trump no país parece ser mais político e econômico do que propriamente militar. U.S. Attorney General's Office/X via AP)

Os Estados Unidos vão invadir a Venezuela? As chances são pequenas ‑ mas o problema é grande

Pelo menos por enquanto, as ameaças contra a Venezuela não se traduzem em preparação concreta para uma operação militar de grande escala, e soam mais como pressão política pela deposição de Maduro, com vistas aos interesses comerciais americanos no país
No Canal do Panamá, os Portos de Balboa (foto), do lado do Pacífico, e Cristóbal, do lado do do Golfo do México, movimentam cerca de 6% do comércio marítimo global. A presença chinesa nesses locais, administrados pela Hutchison Ports de Hong Kong, gera inquietação em Washington, que percebe esses contratos de longa duração como uma potencial influência econômica e estratégica externa. Em discurso público, Trump chegou a mencionar a necessidade de “recuperar” o controle do canal, o que evidencia o uso da retórica histórica para legitimar projeções de poder. AP Photo/Noah Berger

Tabuleiro molhado: a “Doutrina Donroe” e o mar que os EUA não deixam de vigiar

O Canal do Panamá, os portos do Caribe e rotas próximas ao Atlântico Norte e Sul não são apenas pontos de trânsito de mercadorias: são nós críticos que conectam flutuações econômicas globais à presença militar

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