Articles on Câncer de colo do útero

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Com a ajuda de Agentes Comunitários de Saúde, projeto tem feito uma busca ativa por mulheres negras interessadas em realizar a autocolet para prevenção do câncer de colo de útero. Ilustração de Lucas Romão / Conexão Ciência|Arte

Autocoleta para HPV pode reduzir desigualdades na prevenção do câncer do colo do útero

Brasil ainda registra 19 mil novos casos de câncer do colo do útero por ano, apesar de essa ser uma doença quase 100% prevenível. Novas diretrizes nacionais para o rastreamento podem mudar esse cenário
A persistência da mortalidade por câncer do colo do útero indica que o problema não está no desconhecimento da doença, mas na forma como as estratégias de prevençã têm sido implementadas. O modelo adotado até aqui tem mostrado capacidade limitada de atingir populações mais vulneráveis, especialmente mulheres que enfrentam barreiras sociais, territoriais e institucionais para acessar os serviços de saúde. Foto: Freepik

País precisa rever modelo de rastreamento do câncer de colo do útero para alcançar mais mulheres de alto risco

Alto número de mortes associadas à doença no Brasil não decorrem da ausência de recursos, mas de falhas persistentes na organização do cuidado, na comunicação com a população e na capacidade de capilarização do sistema
A fita rosa, que marca a campanha de prevenção contra os dois cânceres mais comuns em mulheres: campanhas de vacinação maciça em adolescentes contra o Papilomavírus Humano (HPV), que previnem contra o desenvolvimento do câncer de colo do útero, estão entre as mais bem sucedidas do mundo no Brasil. Imagem: Reprodução / MInistério da Saúde

Outubro rosa: Estudo mostra que vacina contra HPV reduziu câncer de colo do útero em quase 60% em mulheres jovens no país

A [vacinação contra o HPV no Brasil tem como público prioritário meninas e meninos de 9 a 14 anos, que desde 2024 recebem apenas uma dose, considerada suficiente para garantir proteção. Em caráter excepcional, o Ministério da Saúde ampliou até dezembro de 2025 o acesso para adolescentes de 15 a 19 anos que não se vacinaram na idade indicada

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