Articles on Amazônia+10

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Provavelmente da espécie Stupendemys geographicus, o fóssil descoberto em 2025 está em fase de preparação e estudo. O animal é considerado a maior tartaruga de água doce do mundo, que viveu entre 10,8 milhões e 8,5 milhões de anos atrás, durante o período conhecido como Mioceno. Foto: Equipe USP/UFAC/Unicamp

Depoimento especial: o dia em que brasileiros encontraram o fóssil da maior tartaruga de água doce do mundo

Prontos para encontrar fósseis de pequenos animais, equipe não estava preparada para se deparar com a enormidade daquela descoberta: uma tartaruga que deve ter tido cerca de 2 metros de comprimento
Iniciativa conjunta de pesquisadores da Universidade Federal do Amapá, Embrapa e moradores da pequena Gurupá, no Pará, transformaram uma área extrativista local em um laboratório de tecnologias ambientais, com geração de energia limpa para a produção de açaí. Projeto é apoiado pela iniciativa Amazônia+10, que busca soluções científicas colaborativas voltadas a desafios estratégicos da região Amazônica. Foto enviada pelo autor.

Energia limpa, renda e educação: como pesquisadores interagem com comunidades ribeirinhas no estuário do Amazonas

Iniciativa conjunta de pesquisadores da Universidade Federal do Amapá, Embrapa e moradores da pequena Gurupá, no Pará, transformaram uma área extrativista local em laboratório de tecnologias ambientais, com geração de energia limpa para a produção de açaí
Moradores da comunidade quilombola do Tambor, no Rio Jaú, Amazonas: o conceito de Amazônia Preta engloba um território de confluência onde se encontram negros, indígenas, brancos e mestiços aquilombados, unidos pela consciência coletiva de que onde os povos afrodescendentes cuidam da terra, a floresta resiste e permanece de pé - uma constatação já publicada até em artigo na revista Nature. Foto: Elaíze Farias / Amazônia Real

Amazônia Preta: quando ciência e ancestralidade se encontram nas comunidades quilombolas

Projetos de pesquisa com quilombos da Amazônia mostram como essas comunidades são guardiãs da biodiversidade e do conhecimento ecológico
Na comunidade de pesca do maretório de Jubim, na Ilha de Marajó, no Pará, a rotina de pesca em integração com todos os elementos da natureza está sob ameaça da construção de grandes portos, da exploração de petróleo, de grandes rotas de navegação e do cercamento de áreas de extrativismo. Foto: Lara Sartorio/Projeto Maretórios

No Marajó, pescadores lutam pelo seu modo de vida em meio à ameaça de desmonte do licenciamento ambiental

Projeto “Maretórios Amazônicos” agrega diferentes centros de pesquisa para avaliar as ameaças geradas pelo modelo de desenvolvimento implementado na zona costeira paraense sobre a sociobiodiversidade da comunidade tradicional de pesca de Jubim
Região da Volta Grande do Xingu já sofre com seca constante desde 2016, com o desvio da água do rio para operação da usina de Belo Monte, situação que está sendo agravada pela estiagem extrema deste ano Robson Bentes

Devido à usina de Belo Monte, tragédia da seca já é realidade há tempos na Volta Grande do Xingu

Desvio das águas do rio para geração de energia na usina hidrelétrica está matando ecossistemas amazônicos únicos que dependem do alagamento sazonal
Estiagem histórica que atinge a Amazônia fez secar os rios na região de Catalão (AM) Cadu Gomes/VPR

Degradação na Amazônia: uma bomba relógio para o surgimento ou ressurgimento de doenças de potencial pandêmico

Degradação ambiental e alteração das paisagens, tanto pela ação humana quanto pelas mudanças climáticas, aumentam a incidência de doenças já conhecidas e o risco da emergência de novas zoonoses

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