Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Criada em 10 de dezembro de 1970, pela Lei nº 5.647, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) tem sua trajetória iniciada anterior a essa data, uma vez que se originou da fusão da Faculdade de Direito, criada em 1934, e do Instituto de Ciências e Letras de Cuiabá, instituído em 1966.

Atualmente, a UFMT é uma das duas universidades federais do Estado, mas, durante muitos anos, foi a única instituição de Ensino Superior em Mato Grosso, constituindo presença marcante no cenário socioeconômico e cultural não apenas pela colocação no mercado de trabalho milhares de profissionais graduados e pós-graduados, como também pelas suas atividades de pesquisa e extensão. É, igualmente, depositária de volume expressivo de informações referentes à sua própria existência e a fatos e momentos cruciais da história regional e nacional.

Implantada num contexto rico e exuberante pela biodiversidade de suas microrregiões geográficas - Pantanal, Amazônia, Araguaia e Cerrado - e entre três bacias hidrográficas extremamente importantes - a do Araguaia-Tocantins, a do Prata e a do Amazonas - a UFMT representa inesgotável campo de pesquisa para a produção do conhecimento.

Desde a sua fundação, a UFMT tem procurado refletir a realidade que a cerca, com vistas a respeitar e a atender as especificidades, as expectativas e necessidades da região. Elegeu como eixos de suas políticas acadêmicas a preservação da memória regional, a educação, a saúde pública, a questão do meio ambiente, a ciência e a tecnologia. Assim, ao buscar fortalecer a pesquisa científica em todas as áreas do conhecimento, tem em vista a qualidade socioambiental, a ciência e a tecnologia, com atenção ao regional sem perder de vista o universal.

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Amazônia precisa de um novo arranjo para sua ciência: mais integrado, mais estável e liderado por instituições, pesquisadores e pesquisadoras, e povos da própria região. Fernando Sette / Agência Pará

Amazônia em debate: mais do que promessas, região precisa de uma ciência decolonial, integrada e estável

Em meio à crise climática, desafio dos cientistas da Amazônia é transformar discursos em estruturas permanentes de pesquisa, governança e financiamento, lideradas por pessoas e instituições da região
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Políticas ambientais: o que revela o novo diagnóstico sobre as Unidades de Conservação da Amazônia Legal

Estudo revela que, embora pouco mais de 24% da região estejam protegidos por alguma categoria de Unidade de Conservação, ainda há fortes assimetrias nos planos de manejo, no efetivo de fiscalização e na integração entre as esferas federativas
Gado na floresta amazônica, problema que persiste há décadas e amplamente documentado como vetor de devastação ambiental e aquecimento da atmosfera: em vez de aperto na fiscalização, atividade agropecuária na região ganha incentivos que tendem a acelerar o desmatamento, a grilagem e a invasão de terras indígenas. Foto: Eduardo Anizelli / Folhapress

Atalhos para a degradação: como a nova lei brasileira de licenciamento ambiental ameaça na prática a biodiversidade e os compromissos climáticos do país

Por que a nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental preocupa especialistas, que chamam a atenção a consolidação de práticas permissivas já existentes. O que todos temiam está acontecendo.
A perda da biodiversidade de fungos aquáticos pode gerar problemas no ciclo do carbono e na qualidade da água. Eles são como os recicladores do ecossistema: quando eles não funcionam bem, o ciclo de nutrientes é comprometido, o que pode afetar toda a vida aquática. Foto: Portal Saneamento Básico Amazonas

Câmaras climáticas criam futuro em miniatura que mostram as ameaças para a saúde dos igarapés da Amazônia

Mudanças no clima e microplásticos afetam a biodiversidade de fungos aquáticos, o que pode levar a alterações em toda a cadeia alimentar dos igarapés
O barbeiro, inseto vetor da Doença de Chagas: Foto: Divulgação / Secretaria Estadual de Saúde de Goiás

Mudanças climáticas podem ampliar o risco da Doença de Chagas na Amazônia

Todo cuidado é pouco: potencial aumento de vetores de Doença de Chagas num futuro com mudanças climáticas aponta para necessidade de antecipar cenários de risco, fortalecer o controle dos vetores e planejar campanhas educativas
A falecida compositora britânica Rosemary Brown não recebeu crédito por suas criações, dizendo que estava simplesmente canalizando as estrelas da música clássica mais famosas do mundo - e já falecidas há muito tempo. (Shutterstock)

Conheça a compositora que afirmava que sua música canalizava os espíritos de ícones da música clássica

A música de Rosemary Brown, uma musicista britânica e dona de casa que se apresenta como tal, demonstra um conhecimento específico que excede em muito as noções convencionais de talento em uma variedade de estilos.
The late British composer Rosemary Brown took no credit for her creations, saying she was simply channelling the world’s most famous — and long-deceased — classical music stars. (Shutterstock)

Meet the composer who claimed her music channelled the spirits of classical music icons

The music of Rosemary Brown, a British musician and self-presented homemaker, demonstrates specific knowledge which far exceeds conventional notions of talent across a range of styles.
No detalhe do tronco de uma seringueira vertendo borracha na Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, o símbolo do imenso potencial econômico sustentável da Amazônia. AP Photo/Eraldo Peres

Sociobioeconomia de Floresta em Pé: mais que preservação, uma solução econômica viável para desenvolvimento da Amazônia

É possível alcançar a prosperidade econômica na Amazônia sem recorrer ao desmatamento. Além da maior lucratividade, extrativismo pode gerar mais empregos do que a pecuária e a soja na Amazônia.

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