Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) teve sua origem em 1962. Além da sede em Campo Grande, a UFMS mantém Câmpus em Aquidauana, Chapadão do Sul, Corumbá, Coxim, Naviraí, Nova Andradina, Paranaíba, Ponta Porã e Três Lagoas, descentralizando o ensino para atender aos principais pólos de desenvolvimento do Estado.

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Policial Rodoviário Federal durante apreensão de armas de caça: levantamento apresentado neste artigo é o primeiro a usar, em escala nacional, registros sistemáticos de apreensões rodoviárias federais para avaliar padrões ecológicos da caça ilegal no Brasil. Foto: Divulgação/PRF

Caça ilegal deixa rastros nas rodovias e acelera empobrecimento da fauna brasileira

O trabalho usa registros nacionais de apreensões rodoviárias federais para avaliar padrões da caça ilegal no Brasil, revelando perda de biodiversidade
Campus da Universidade Federal do Paraná (UFPR), fundada em 1912 e a mais antiga em atividade ininterrupta no Brasil: universidades autônomas, legitimadas e socialmente comprometidas são essenciais para o desenvolvimento científico, tecnológico, social e soberano do Brasil. Foto: Divulgação

Ensino superior: a importância da autonomia, da ciência e da democracia nas universidades federais

A forma como as universidades escolhem seus dirigentes diz respeito à legitimidade de sua governança. Já os desafios do financiamento da ciência pertencem ao campo das políticas públicas nacionais. Confundir esses planos não contribui para o debate sobre o futuro da educação superior no Brasil
Uma ave sobrevoa a vegetação em chamas do Pantanal: parceria entre o Ministério Público estadual, UFRJ e UFMS definiu áreas prioritárias para a prevenção de incêndios e recuperação de áreas queimadas em toda a Bacia do Alto Paraguai. AP Photo/Andre Penner

Como a ciência pode ajudar a definir áreas prioritárias para o manejo do fogo e preservação de espécies no Pantanal

Parceria entre o Ministério Público estadual, UFRJ e UFMS definiu áreas prioritárias para a prevenção de incêndios e recuperação de áreas queimadas no Pantanal e em toda a Bacia do Alto Paraguai
Em Aquidauana, no Mato Grosso do Sul, crianças pantaneiras observam um incêndio florestal vizinho à fazenda em que vivem. Baixa umidade, altas temperaturas, seca duradoura e ventos fortes estão entre os múltiplos fatores que transformam o fogo em tragédia sem precedentes na região. Foto: Lalo de Almeida/ Folhapress

Pantanal em chamas: os vários fatores que convergem para uma temporada recorde de incêndios na região

Apesar de importante para manutenção da paisagem pantaneira, fogo agravado por ciclo de seca, altas temperaturas, ventos, grande quantidade de biomassa produzida no ano anterior e mudanças climáticas coloca a região em risco.
Onça solitária descansa sob a vegetação incinerada à beira do rio Paraguai, durante as queimadas que estão assolando a região: área de vegetação atingida já é o dobro do registrado no mesmo período de 2020, quando mais de 17 milhões de animais pereceram. Lalo de Almeida/Folhapress

Incêndios no Pantanal ameaçam áreas de restauração, com risco de uma catástrofe semelhante à de 2020

Na maior região úmida tropical do mundo, incêndios ameaçam áreas prioritárias de restauração da vegetação e reforçam a urgência do Manejo Integrado do Fogo (MIF)

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