Instituto Igarapé

O Instituto Igarapé é um think and do tank independente que desenvolve pesquisas, soluções e parcerias para impactar políticas e práticas públicas e corporativas para a superação dos principais desafios globais.

O Igarapé trabalha com governos, setor privado e sociedade civil no desenho e desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções baseadas em dados, no aprimoramento de políticas públicas, e na comunicação multimídia eficaz. O Instituto está empenhado em projetar e implantar parcerias e inovações que forneçam soluções em escala.

Somos uma instituição sem fins lucrativos, independente e apartidária, com sede no Rio de Janeiro. Sua atuação, no entanto, transcende fronteiras locais, nacionais e regionais. Sua equipe inclui profissionais em cidades de todas as regiões do Brasil, na Colômbia, Estados Unidos e Reino Unido. Temos parcerias e projetos em mais de 20 países.

O Instituto foi classificado como o principal think tank de políticas sociais do mundo em 2019, como a melhor ONG de Direitos Humanos no ano de 2018, e é rotineiramente listado entre as principais ONGs da América Latina, tendo sido classificado entre as melhores ONGs do Brasil entre 2017 e 2022.

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Soldado da Guarda Nacional do Distrito de Columbia chega a Washington para intervenção federal no policiamento da capital, cujos índices de criminalidade em nada justificam tal decisão: objetivo é projetar controle, gerar manchetes e mobilizar uma base política. AP Photo/Julia Demaree Nikhinson

Dados de criminalidade em Washington contrariam Trump e evidenciam que intervenção na capital tem fins políticos

A intervenção federal parece menos uma necessidade de aplicação da lei e mais uma performance política. Assim como nas repressões “mano dura” da América Latina, o objetivo é projetar controle, gerar manchetes e mobilizar uma base política
Arranha-céus no horizonte de Belém, metrópole encravada na floresta, às margens do Rio Amazonas: destino das cidades e das florestas é inseparável, e superar o abismo entre essas duas esferas é essencial para alcançar as metas climáticas globais.

Apesar de aparentemente antagônicas, florestas e cidades são uma frente comum na luta pelo clima

À medida que os líderes se preparam para a COP 30, é preciso encarar uma realidade básica: o destino das florestas e das cidades é inseparável. Superar o abismo entre essas duas esferas é essencial para alcançar as metas climáticas globais
A Reserva Biológica do Morro dos Seis Lagos, no município de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas: localizada dentro de território indígena, a reserva guarda ricos depósitos de manganês e nióbio, e está sob a mira da exploração mineral na região. Foto: Lalo de Almeida / Folhapress

Minerais críticos: corrida global por energia limpa pode expor Amazônia a novo ciclo de exploração

Transição para futuro com menos carbono aumenta busca por metais essenciais à energia limpa, como lítio, níquel e cobre, e isso pode acelerar a destruição ambiental em uma das regiões mais vulneráveis do planeta.
No Rio de Janeiro e em cidades do Grande Rio como São Gonçalo (foto), fiscalização fechou entre março e abril diversos postos de gasolina pirata que usavam logotipos falsos e vendiam combustível adulterado. Foto: Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro

A máfia dos postos: o boom do mercado clandestino de biocombustíveis e petróleo no Brasil

Em todo o Brasil, o crime organizado está se diversificando. Além de drogas e tráfico de armas, o setor de biocombustíveis e combustíveis fósseis começa a ser seriamente afetado.
Although methodologies and estimates vary, several international studies on the subject converge on the same conclusion: AI will profoundly transform the world of work and employment. GDA via AP Photo

AI is automating our jobs – but values need to change if we are to be liberated by it

AI will increase productivity but also poses a threat to job security and stability. We need a shift in mindset and values to prepare for the coming disruption.
Até as empresas de tecnologia já começaram a reduzir suas equipes por causa da IA, aproveitando também essas demissões como sinalizações para governos e o mercado. Mais de 95 mil trabalhadores de empresas de tecnologia perderam seus empregos em 2024 nos EUA. Ilustração: VichanChairat/DigitalVision Vectors via Getty Images

A IA também dizimará empregos qualificados, mas a escala dos impactos será distribuída de forma desigual

Setores baseados no conhecimento, como finanças, serviços jurídicos e atendimento ao cliente, já estão eliminando cargos de entrada à medida que a IA automatiza tarefas rotineiras
Embora as metodologias e estimativas variem, diversos estudos internacionais sobre o tema convergem para uma mesma conclusão: a IA transformará profundamente o mundo do trabalho e do emprego. GDA via AP Photo

A IA vai automatizar nossos empregos. Nós estamos preparados?

Não há muitos motivos para esperar que a IA liberte os trabalhadores de escritório para tarefas mais criativas. A tecnologia tende a reforçar os valores do sistema: redução de custos e o aumento da produtividade
Donald Trump durante a campanha, em 2024, reunido com líderes latinos: se por um lado as ações agressivas dos EUA assustam mercados e rompem alianças tradicionais, por outro elas também poderão acelerar novas formas de investimento e cooperação em um mundo cada vez mais fragmentado. AP Photo/Alex Brandon

Intervencionismo dos EUA: As Américas se preparam para o impacto da era Trump 2.0

Presidente americano está determinado a expandir a influência dos Estados Unidos nas Américas na base da lei do mais forte. Tiro pode sair pela culatra.
Las políticas de Ecuador basadas en el estado de excepción ya están teniendo repercusiones en toda Sudamérica. Si se consideran eficaces, probablemente serán imitadas. Por otra parte, también están siendo vigiladas por la sociedad civil y los activistas de derechos humanos. AP Photo/Dolores Ochoa)

La mano dura contra el crimen redujo la criminalidad en Ecuador, pero el problema aún persiste

Bajo la presidencia de Daniel Noboa, las prisiones ecuatorianas han sido declaradas “zonas de seguridad” y están bajo el control directo de la policía y el ejército. Si es reelegido, Noboa promete seguir haciendo lo mismo.
Ecuador’s policies based on states of emergency are already having repercussions throughout South America. If they are considered effective, they will probably be imitated. On the other hand, they are also being monitored by civil society and human rights activists. AP Photo/Dolores Ochoa)

Ecuador’s tough on crime approach is popular, but major challenges remain

Under President Daniel Noboa, the prisons have been declared “security zones” and are under the direct control of the police and military. If re-elected, Noboa promises to continue doing the same, despite the problems this type of policy causes
As políticas baseada em estados de emergência do Equador já repercutem em toda a América do Sul. Se forem consideradas eficazes, provavelmente serão imitadas. Por outro lado, também estão sendo monitoradas pela sociedade civil e por ativistas de direitos humanos, que estão muito preocupados com a possibilidade de essas abordagens minarem as liberdades básicas dos indivíduos. AP Photo/Dolores Ochoa)

A campanha contra o crime no Equador reduziu a criminalidade violenta, mas desafios significativos permanecem

No governo do presidente Daniel Noboa, as prisões foram declaradas “zonas de segurança” e estão sob controle direto da polícia e dos militares. Se for reeleito, Noboa promete seguir fazendo o mesmo, apesar dos problemas que esse tipo de política provoca
Invisíveis: não se sabe exatamente quantos brasileiros estão se mudando neste momento devido às mudanças climáticas atuais, porque não existem sistemas centralizados de registro para monitorá-los. AP Photo/Carlos Macedo

O Brasil precisa de uma nova abordagem para a mobilidade climática

Nas últimas duas décadas, pelo menos 8 milhões de brasileiros migraram devido a tempestades, inundações, incêndios florestais, secas ou aumento do nível do mar.
Marcha das mulheres indigenas, em 2019. Violências moral e psicológica são alguns dos abusos mais comuns contra as mulheres. Douglas Freitas / @alassderivas - Wikimedia Commons - Licença CC 2.0.

Estudo: Mulheres sofrem violência moral e psicológica ao defender a Amazônia

Pesquisa mapeou 287 defensoras da floresta no Brasil, Peru e Colômbia, e constatou que 47% delas sofreram algum tipo de violência. Uma das hipóteses sugere que são táticas de intimidação e silenciamento.

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