A Fundação Getulio Vargas (FGV), fundada em 1944, é um centro de educação de qualidade reconhecido mundialmente e dedicado a promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Com oito escolas, dois institutos de pesquisa, projetos de assistência técnica e uma unidade editorial, a FGV é considerada um dos principais think tanks e instituições de ensino superior do mundo.
A FGV produz uma grande quantidade de pesquisas acadêmicas. Os temas abrangem macro e microeconomia, finanças, negócios, tomada de decisões, direito, saúde, bem-estar, pobreza e desemprego, poluição e desenvolvimento sustentável. A fundação também mantém programas de pesquisa nas áreas de História, Ciências Sociais, Educação, Justiça, Cidadania e Política. A FGV também executa projetos a pedido do setor público, da iniciativa privada e de agências internacionais, como o Banco Mundial e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Exemplos notáveis desse trabalho incluem a assistência às candidaturas bem-sucedidas do Rio de Janeiro para os Jogos Pan-Americanos de 2007 e para os Jogos Olímpicos de Verão de 2016.
Perfil da “Dra. Rosemary Galbraith” no Facebook: um exemplo de almanaque das fraudes cada vez mais sofisticadas que usam a Inteligência Artificial para ludibriar clientes, que podem perder não apenas tempo e dinheiro, mas a própria vida, com promessas falsas de curas e tratamentos milagrosos.
Reprodução/ The Record
Ergon Cugler, Fundação Getulio Vargas (FGV) and Camila Modanez, Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)
Com as novas ferramentas, qualquer rosto ou voz pode ser sequestrado. Qualquer autoridade médica, jornalística ou científica pode ser falseada para vender produtos e tratamentos fraudulentos, colocando até a vida das vítimas em risco.
Os vídeos feitos por IA inauguram uma nova fase das teorias da conspiração. Antes, elas se espalhavam por texto, áudio, fóruns obscuros ou vídeos com edições suspeitas. Hoje, elas vêm renderizadas em 4K, com linguagem de divulgação científica, ritmo de storytelling e estética de jornalismo investigativo.
Reprodução
Ergon Cugler, Fundação Getulio Vargas (FGV) and Camila Modanez, Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP)
Com ferramentas de IA, qualquer pessoa pode transformar delírios em vídeo com qualidade cinematográfica. O que antes era descartado como devaneio hoje ganha seguidores e gera dinheiro. É aprofissionalização da conspiração.
Reckless policies are to blame for Brazil’s high death toll.
Evaristo Sa/AFP via Getty Image
More than 600,000 Brazilians have died of COVID-19 since the beginning of the pandemic. A new report says the policies of President Jair Bolsonaro are responsible for around half.
Alexander Lukashenko, el líder autoritario de Bielorrusia, nunca ha reconocido la amenaza del COVID-19.
Andrei Stasevich\TASS via Getty Images
Estos líderes, en mayor o menor medida, subestimaron la gravedad de la pandemia – con consecuencias mortales.
El presidente de Bielorrusia, Alexander Lukashenko, sin máscarilla, visita un hospital de Minsk para pacientes del covid-19, el 27 de noviembre de 2020.
Andrei Stasevich\TASS vía Getty Images
La pandemia aún no ha terminado, pero estos líderes mundiales ya han ocupado su lugar en la historia por no haber combatido eficazmente el mortal coronavirus. Algunos de ellos ni siquiera lo intentaron.
Le président biélorusse Alexandre Loukachenko, sans masque, visite un hôpital pour les patients atteints de la Covid-19, à Minsk, le 27 novembre 2020.
Andrei Stasevich\TASS via Getty Images
La pandémie n’est pas terminée, mais ces dirigeants sont déjà entrés dans l’histoire pour avoir échoué à combattre efficacement la Covid-19. Certains d’entre eux n’ont même pas vraiment essayé.
Belarus President Alexander Lukashenko visits a hospital for COVID-19 patients, unmasked, in Minsk on Nov. 27, 2020.
Andrei Stasevich\TASS via Getty Images
The pandemic’s not over yet, but these world leaders have already cemented their place in history for failing to effectively combat the deadly coronavirus. Some of them didn’t even really try.
Days before their Oct. 28 presidential election, Brazilians protested news that supporters of right-wing front-runner Jair Bolsonaro had used WhatsApp to spread false information about his opponents.
Reuters/Nacho Doce
Facebook retired its ‘Move fast and break things’ slogan – perhaps because, as new research from Brazil confirms, democracy is among the things left broken by online misinformation and fake news.
An appeals court ruling against Lula may disqualify this popular former Brazilian president from running again in October 2018. Supporters vehemently maintain his innocence.
Ueslei Marcelino/Reuters
An appeals court ruling against popular Brazilian ex-president Lula has hotly divided Brazil. A legal scholar argues that this is a case of activist judges taking their anti-graft crusade too far.
Bricks, laid out in front of Congress, represent the staggering number of Brazilians killed each week.
Ueslei Marcelino/Reuters
Some 60,000 Brazilians are killed each year, accounting for 10% of all homicides worldwide. As terrorised voters look to authoritarian leaders to impose order, Brazil’s democracy hangs in the balance.
Populists now run the United States, Russia, Turkey, and the Philippines — as well as many Latin American and African nations. What does this mean for the world?
President-elect Donald Trump’s avowed opposition to the Trans Pacific Partnership will work in China’s favour.
Jason Lee/Reuters
Le 8ᵉ sommet des BRICS qui a eu lieu à Goa les 15 et 16 octobre montre que cette coalition est toujours d’actualité et plus active que jamais.
Brazil’s President Michel Temer, Russian President Vladimir Putin, Indian Prime Minister Narendra Modi, Chinese President Xi Jinping and South African President Jacob Zuma.
Danish Siddiqui/Reuters
Despite financial crises and political differences among these five emerging economies, the BRICS coalition is here to stay. And it may just change the world.
Brazil’s former president, Jose Sarney.
EPA/Fernando Bizzerra Jr
Latin America’s two biggest players spent much of the 1980s in a low-grade arms race – and they both had nuclear aspirations. How did they manage to diffuse the tension?
Professora, Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) ; Fundação Getulio Vargas (FGV); Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP)